Mais uma letra. Tentem ler respeitando as rimas. A base é http://www.youtube.com/watch?v=GuLL9R7Isuw
As vez é foda, acordo sem saber quem eu sou [lento] se vagabundo, MC, skatista ou jogador.
Ou outras coisas que eu nem imagino que sou só sei que no final não quero ser sofredor.
Além disso, me definir é foda também. E namoral não me interessa iludir ninguém.
Toda vez que eu penso nisso a incerteza maltrata, afinal do que a minha própria vida se trata?
Ser revolucionário e tentar mudar tudo? Ou jogar tudo pro alto e rodar pelo mundo? Fazer uma faculdade, ou tentar outro rumo? Ou misturar, inovar, fazer tudo junto?
Minha mãe me diz “garoto, olha prova que você fez. Não tem como desse jeito tu só vai ser freguês.”
Curtir é sempre bom, aprender... Também eu sei, mas será que se matar de estudar tem vez?
Refrão [2x] No jogo da vida não sei o que me resta. Trabalhar, estudar ou só viver em festa. Tanta coisa no mundo que me interessa, mas vou vivendo assim... Seguindo na incerta.
É claro que eu quero uma vida normal, acordar com um monte de criança no quintal. Minha mãe, como só, no relax total. E um churrasquinhos com os amigos pra não acabar mal.
Morar em frente a praia, e ai mano quem diria. E gostar em dizer “mais um móvel estragado pela maresia”. Mas tudo isso claro sem ser da burguesia.
A vida eu sempre levo na maciota, na maior, entrando sempre de sola e dando o meu melhor.
Não sou que nem uns aí que espera os outros ter dó encaro o desafio sendo o melhor ou pior.
Quero comer do bom, ter uma garota linda, na real eu quero é mudar de vida.
Ter tudo em abundancia. Quanto é? Pode pagar. Namoral viver com um mínimo só não dá!
Refrão [2x]
Mas se nada rolar, beleza, tranqüilo eu continuo no corre na rua com meus amigos.
Vou seguir minha vida sem uma nota de 100 e me orgulhar em dizer “meu skatinho é meu bem.”.
Escrita por Leandro Serra
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